Princípios e Diretrizes

A Sociedade Global tem como princípios e diretrizes as principais estratégias de desenvolvimento globais declaradas pelas Nações Unidas e movimentos da Sociedade Civil Global. São documentos universais que apresentam temas transversais na agenda de desenvolvimento e que são integrados em todas as ações da organização. Todos os programas, projetos, eventos e atividades visam como objetivos gerais e resultados contribuir para essas estratégias de desenvolvimento globais.

A Sociedade Global é embasada em declarações de cooperação para o desenvolvimento, como a Agenda de Accra e a Declaração de Paris, que são acordos internacionais e esforços compartilhados para aumentar a eficácia do desenvolvimento, com base nos princípios: direitos humanos, igualdade de gênero, sustentabilidade ambiental, gestão baseada em resultados e desenvolvimento de capacidades.

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Nos comprometemos a pensar globalmente e agir localmente quando traduzimos a implementação dos principais compromissos internacionais assumidos pelos Estados, empresas e sociedade civil. Estamos num momento da história de avanços e intensificação dos esforços que delineiam nossos princípios e diretrizes.

Seguindo o processo de formulação da Agenda Global de Desenvolvimento Pós-2015 buscamos alinhar nossas ações locais para acompanhar as transições necessárias para o Futuro que Queremos, tema da RIO+20 a qual a Sociedade Global participou como representante da sociedade civil e da juventude no evento oficial. Esses processos vão culminar no acordo sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a serem seguidos após o alcance do período dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2015. A Carta da Terra+15 acompanha também renovado esforço e a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável inicia uma nova fase.

Todos esses princípios permeiam o direcionamento das estratégias da organização, ao lado da aplicação de metodologias e ferramentas de desenvolvimento utilizadas pelos atores internacionais.

Documentos universais que fundamentam as estratégias da organização:

  • Declaração Universal dos Direitos Humanos: de acordo com a proclamação “como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição”.
  • Declaração do Milênio: enfatiza alguns valores fundamentais que são essenciais para as relações internacionais no século XXI e delimita princípios para a paz, segurança e desarmamento, desenvolvimento e erradicação da pobreza, proteção do ambiente comum,  direitos humanos, democracia e boa governança, proteção dos vulneráveis, atendendo as necessidades especiais da África e o fortalecimento das Nações Unidas.
  • Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: esta Agenda é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. Ela também busca fortalecer a paz universal com mais liberdade. Reconhecemos que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas se constroem sobre o legado dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e concluirão o que estes não conseguiram alcançar.
  • Carta da Terra: é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção no século 21, com a missão de promover a transição para formas sustentáveis de vida e de uma sociedade global fundamentada em um modelo de ética compartilhada, que inclui o respeito e o cuidado pela comunidade da vida, a integridade ecológica, a democracia e uma cultura de paz.
  • Agenda 21: pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econônica.
  • Pacto Global: tem o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para que adotem, em suas práticas de negócios, valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de meio ambiente e combate à corrupção.
  • Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável: Seu principal objetivo é integrar os princípios, os valores e as práticas do desenvolvimento sustentável a todos os aspectos da educação e da aprendizagem.

Além dessas diretrizes internacionais e nacionais, somos guiados por princípios que apoiam as nossas práticas de gestão e projetos, buscando a coerência e integridade da forma como vemos e agimos no mundo.

  1. Despertar da consciência planetária; promover valores e princípios universais que reconectem a responsabilidade por todos os seres vivos, a coexistência cultural entre os países e um senso de que habitamos o mesmo planeta, compartilhamos dos mesmos desafios e responsabilidades com todas as formas de vida no planeta.
  2. Amor genuíno; praticar a devoção sem esperar recompensas, realizando atos de fé, bondade e cuidado com todos de forma indiscriminada.
  3. Relações e conexões profundas; estabelecer vínculos duradouros de reconhecimento mútuo entre pessoas e natureza que resultem em cumplicidade, respeito e verdade nas relações.
  4. Co-responsabilidade e autonomia; garantir a autonomia dos indivíduos para co-liderar e exercer sua contribuição autêntica ao mesmo tempo que reconhece a responsabilidade de cada um pelo resultado coletivo, com ética e comprometimento.
  5. Empoderamento social; desenvolver o poder, a autonomia e o potencial de grupos de indivíduos para assumirem a resolução de seus próprios problemas tendo a autonomia e condições para garantirem sua própria qualidade de vida;
  6. Oportunidade de ser sua melhor versão; criar espaços onde o potencial de cada um é reconhecido e possa ser desenvolvido.
  7. Transparência; comunicação aberta e acessível, feedbacks, compartilhar ações e acontecimentos com os parceiros (internos e externos), balanço financeiro e atividades executadas periodicamente.
  8. Atender demandas reais; analisar as necessidades e demandas temporais de cada setor e público com quem trabalhamos.
  9. Confiança no processo e no poder coletivo; focar no objetivo, sem se prender em estruturas rígidas de processos – confiar que o processo levará ao resultado podendo ser aquilo que foi planejado ou o que está emergindo
  10. Gratidão e celebração; dar valor a tudo que temos e celebrar não só o positivo, mas também o que geralmente consideramos negativo, pois é um aprendizado. (+ celebração)
  11. Resultados transformadores; os resultados precisam ter a mesma qualidade com que foram planejados, com o intuito de transformar os envolvidos e a sociedade no caminho para a harmonia e integração
  12. Do ego ao eco; focar menos nas necessidades individuais, compreendendo que o foco no coletivo gera harmonia e integração.
  13. Aprendizado pela ação e ter uma preparação para a ação; aprendizado só ocorre realmente quando agimos de acordo com o aprendizado (learning by doing) ou a prática leva ao conhecimento real. (+preparação)
  14. Compreensão e acolhimento do diferente; princípio que a diversidade é necessária para processos e soluções efetivas e integradas.
  15. Complexidade interconectada; compreender que a complexidade é fruto da delicada interconexão de atores e fatores e que seus movimentos acabam modificando a forma de atuação de um dado sistema.
  16. Impacto Sistêmico; com soluções integradas e ressignificação de modelos mentais, padrões e estruturas é que se geram resultados capazes de transformar indivíduos, suas relações e o sistema como um todo.
  17. Todos Fazem Parte; de poucos para muitos e também de muitos para poucos, passamos a enxergar TODAS as partes de uma trama delicadamente interconectada; chave para soluções que TODOS são convidados a cocriar.
  18. Empatia que gera o novo – Além de eu e você; a empatia dá o poder de ver através de outros olhos e de se conectar com a verdade de cada parte; é generativa porque gera o novo quando transcende a visão atual e traz uma compreensão que não existia antes.
  19. Diálogo integrativo; diferente do debate, o diálogo constrói um novo significado a partir da interação entre escuta e fala. Sem julgamentos, sai da competição e abre espaço para a colaboração.
  20. Diversidade equitativa; apreciar e valorizar a diversidade de perspectivas que contribuem com o todo ao passo que respeita a condição de equidade ao dar as mesmas condições de liberdade e oportunidade para todos em uma coexistência harmônica.
  21. Soluções integradas; buscar soluções é sair da lógica do problema e passar a enxergar desafios a serem superados com confiança. A complexidade pede um conjunto de soluções integradas que se complementam com maior potencial de impacto sistêmico.

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